Um espaço para mulheres refletirem sobre suas vivências

12.8.10

Grande Roda de 11 de agosto de 2010


Cada vida é um milagre. Um bebê humano é a materialização do Amor. Nada mais puro, mais incrível. Uma semente que vira gente!!

A Roda de Mães teve sua semente invisível plantada nas aulas de yoga das mestras Maria Augusta e Gilda e foi isso que nos motivou a homenageá-las na Grande Roda de ontem com a Roda de Histórias de Maribel Barreto.

Além da presença das mestras nesta arte/ ciência milenar de trazer para si o equilíbrio através do Yoga, contamos com a sabedoria ancestral dos mitos e lendas sobre surgimento das estrelas, da criação dos homens e da aparição da mulher e do amor contados lindamente por Maribel.

Vivemos uma experiência de saber compartilhado. Mulheres reunidas (a um homem!) para trocar impressões sobre a busca de equilíbrio, harmonia, saúde. De corpo e alma.

A Roda de Mães agradece a participação de todos que tal como no mito carajá atravessaram um portal para olharmos mais uma vez para o nascimento como um verdadeiro milagre. Assim percebemos que maravilhosa oportunidade é redescobrirmos o mundo através dos novos olhos que nos dão nossos filhos. Os novos olhos de quem tem coração de mãe, de pai.

Agradecemos também a participação de José Carlos, marido de Maria Augusta, pai de cinco filhos, avô. Que trouxe a experiência na voz de um homem que jamais trocou uma fralda e é testemunha da participação dos homens nos cuidados dos filhos atualmente.

É muito bom poder constatar que assim como as mulheres conquistaram espaço no mundo do trabalho, também os homens estão buscando o seu espaço no universo doméstico. É uma forma de percebemos que estamos em processo dinâmico de equilíbrio de responsabilidades, de busca de uma nova forma parceria.

E por fim em histórias de nascimento e morte, de transformação, falamos de como o nascimento é um momento tão especial, pessoal e subjetivo, tal como a vida, tal como a morte. “ Morrer deve ser tão frio quanto na hora do parto” cantou Gilberto Gil. Sim, mesmo nascer no calor do Senegal deve parecer mais frio que a barriga de uma senegalesa que dá a luz!

E este frio nos evoca o “frio na barriga”, o “frio na espinha”, do medo que sentimos diante do desconhecido, do inédito. E isto é a nossa vida: o tempo que temos entre nascer e morrer, e dentro dela tantos mistérios. E a Roda de Mães deseja que sejam, em sua maioria, boas surpresas!

2 comentários:

  1. Meninas, não resisti e copiei e colie lá no Blog www.umblogdemae.blogspot.com
    grata por tudo

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  2. Parabéns à Roda de Mães pelos presentes e sonhos Realizados!

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